27 de jul de 2016

#PopPílulas: De Volta Depois de Um Longo e Tenebroso Inverno





Olá, povo lindo! Saudades de mim? Mas as férias foram forçadas. É que o meu netbook pifou, problema de placa, sabe? Tive que esperar ficar bom e, agora que o filho voltou, as fofocas, ops, as novidades das nossas celebridades subterrâneas também voltaram! E o que tem de novidade, viu? Nem sei por onde começar. Ah! Sei sim! Vamos lá!

Wanessa Camargo, que nunca foi uma estrela pop, resolveu jogar a carreira na lama, se é que ela tinha alguma, né? A coitada bem que tentou ser famosa com um pop breguérrimo, mas não deu certo. Foi buscar fã clube entre os gays cantando em inglês e fazendo show em boites badaladas, mas parece que isso não foi suficiente e ela resolveu trocar o tal shainirô pelo sertanejo! Coração Embriagado nem chega a ser do tipo daquelas músicas ruins que sempre acompanharam o início da carreira da cantora. É muito pior!

25 de jul de 2016

#VergonhaAlheia - Ano IV - # 20





Alô, meu povo! Tudo certo? Tudo beleza? Tudo joinha? Por aqui tá tudo isso (não que alguém tenha me perguntado, mas ok). Sobreviveram ao final de semana? Pois bem, vivos ou não, aqui vou eu com a sua, com a minha, com a nossa #VergonhaAlheia

Cotidiano: A galera do Sul, sabem? Pois bem, vamos dar uma olhada nesta foto:

21 de jul de 2016

#Cinema: Janis: Little Girl Blue, de Amy J. Berg





Não me lembro ao certo quando foi a primeira vez que ouvi Janis Joplin, mas lembro o efeito que aquilo causou em mim. Quem é a dona dessa voz rascante e potente?, me pus a pesquisar sobre Janis e me apaixonei pelo seu jeito, pela sua atitude e por sua música e, por isso, hoje tenho a difícil missão de escrever minha opinião sobre o documentário Janis: Little Girl Blue

Janis: Little Girl Blue é o tipo do documentário que não só respeita sua personagem, como amplia as formas de se olhar para ela. Não é tarefa simples, ainda mais em se tratando de um ícone do rock, folk e blues, que morreu tragicamente cedo e sobre a qual parece que quase tudo já foi dito, 46 anos após sua morte. 

Dirigido por Amy J. Berg – indicada ao Oscar em 2007 pelo documentário Livrai-nos do Mal – e produzido ao longo de sete anos, o filme ultrapassa o risco de tornar-se apenas mais uma investida em torno dos notórios e inevitáveis fantasmas da cantora Janis Joplin (1943-1970), como a timidez, a inadequação, o bullying, a dependência química e, especialmente uma assustadora solidão, para concretizar uma serena e afetuosa reconstituição de seus passos. Para isso, toma como guias suas cartas pessoais, além dos habituais testemunhos de parentes, amigos, colegas e materiais de arquivo. 

20 de jul de 2016

#ValeUmPlay - Diplo





Nome: Thomas Wesley Pentz
Idade: 37 anos
Natural de: Tupelo, Mississipi - E.U.A
Gênero: eletrônico / house / hip hop / reggaeton / pop / funk

Meu primeiro play, toda manhã, é dado numa música eletrônica que, com toda certeza, consegue me fazer um bem danado no trajeto de casa pro trabalho. Mas não venha pensando que é todo e qualquer tunts, tunts, tunts que me faz feliz não; não mesmo!

Thomas Wesley Pentzé. Eu poderia falar pra vocês gravarem esse nome, mas o certo é dar importância ao seu codinome: Diplo. O apelido vem de Diplodocus, uma espécie de dinossauro. Aliás, esse bicho é uma de suas grandes paixões desse artista, que vai desde o nome à tatuagem que tem no seu antebraço direito. Mas, enfim, detalhes aqui são dispensáveis diante da história de um produtor tão completo.

19 de jul de 2016

#Cinema: Julieta, de Pedro Almodóvar





O silêncio pode ser devastador. E é ele o deflagrador de todo o drama de Julieta, o novo longa-metragem de Pedro Almodóvar. 'Silêncio', aliás, seria o título da história inspirada em três contos da escritora canadense Alice Munro: Ocasião, Daqui a Pouco Silêncio, que fazem parte do livro Fugitiva.

Julieta que vive em Madri, está prestes a mudar-se com o namorado para Portugal, seus pertences já estão embalados, porém, a pouquíssimos dias da viagem, um reencontro casual com Bea, melhor amiga de infância de Antía, a filha de quem ela não tem notícias há 12 anos, faz com que desista da mudança, para tentar descobrir porque a filha desapareceu sem deixar rastros e onde ela se encontra agora.

Através de um diário, a história é contada a partir do momento em que Julieta conhece o pai de Antía, em uma viagem de trem. Os dois se apaixonam, formam uma família feliz com a chegada de Antía e vivem uma linda história. Mas, devido à sua personalidade introspectiva e afeita a silêncios em auto-defesa, uma série de acontecimentos trágicos se abate na vida de Julieta, culminando no inexplicável afastamento de mãe e filha.

18 de jul de 2016

#VergonhaAlheia - Ano IV - # 19




Não diga "Alô", diga "Alô, alô, graças a Deus!". Tudo joia, gente? Tudo na santa paz? Pois bem, falando em paz, sim, já começamos a edição dessa semana com Cotidiano. A ABIN, sabem? Pois bem, a Agência Brasileira de Inteligência Nacional fez um post não muito inteligente (desculpa, foi a piada que deu pra fazer), e olha que vergonha, gente. Vamos ver?


E então, como a gente fica?

12 de jul de 2016

#Literatura: Lucas e Nicolas - Um Amor Adolescente, de Gabriel Spits





Eu não gosto da expressão "literatura gay". Acho um termo bobo, um rótulo desnecessário e que, tantas vezes, nem mesmo dizem muito sobre o livro em si. Na maioria dos casos, salvo raras exceções, são apenas histórias que os protagonistas são também, e por acaso, gays. Afinal, a sexualidade não nos define, não é mesmo? Eu preciso acreditar nisso.

Dei de cara com Lucas e Nicolas - Um Amor Adolescente, do autor brasileiro Gabriel Spits, muito por acaso. Estava na página da Amazon, olhando as novidades e navegando em títulos diversos, quando dei de cara com uma oferta para o ebook. Li a sinopse, me interessei e, com um clique (eu amo e odeio essa ferramenta com a mesma intensidade) acabei comprando o livro. Pensei: ok, vamos dar uma chance à essa história, né? E como eu gosto de ser surpreendido. Porque o livro é uma delicinha, que nos leva por suas páginas, resgatando até mesmo memórias particulares dos seus leitores.

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