24 de jun de 2016

#Cinema: Como Eu Era Antes de Você, de Thea Sharrock





Os atores Emília Clarke e Sam Claflin são os protagonistas do filme Como Eu Era Antes de Você (Me Before You, no original), adaptação do livro de mesmo título da autora inglesa Jojo Moyes (que já comentamos aqui) e roteirizado pela própria, com direção de Thea Sharrock.

Sam interpreta Will Traynor, um rico e inteligente empresário, amante da vida que, após sofrer um acidente de trânsito e ficar tetraplégico com movimentos limitados, vê toda a sua vida perder o sentido. Torna-se então um jovem irônico, sarcástico e rabugento.

Emília interpreta Louisa Clark, a Lou, uma jovem de 26 anos com um ar de menina em seus looks irreverentes, doce e engraçada. Ela mora numa pequena cidade da Inglaterra com sua calorosa família, e namora Patrick, um egocêntrico atleta.

22 de jun de 2016

#BaúPop: Eclipse de Uma Paixão, de Agnieszka Holland





Leonardo DiCaprio, que já estava na indústria há algum tempo (ele já havia até sido indicado ao Oscar por Gilbert Grape) e queria mostrar que era um grande ator. Foi, provavelmente isso, que fez com que aceitasse personificar o poeta Arthur Rimbaud neste filme de 1995.

Rimbaud foi um poeta francês de comportamento livre de meados do século XIX, que chegou a influenciar não apenas a literatura, mas também a música e demais artes modernas com seu pensamento anárquico, chocando a sociedade com sua maneira desgrenhada de se vestir. Ele conheceu o também poeta Paul Verlaine ainda jovem, que se encantou com ele a ponto de deixar sua esposa e filho. Tornaram-se amantes, indo viver em Londres na mais completa pobreza. 

21 de jun de 2016

#Cinema: Queda Livre, de Stephan Lacant





Histórias de amor são universais. Desde Romeu e Julieta aprendemos a torcer por histórias impossíveis de amantes improváveis, enternecidos por suas mazelas de não realização do amor desejado. Para o público LGBTTTIS, os longas em que são retratadas histórias com gays são ainda mais apreciados, já que é pouco usual que filmes do tipo ganhem as telas, principalmente com grande visibilidade (e a exceção de O Segredo de Brokeback Mountain, por exemplo, confirma a regra).  

Queda Livre (Freier Fall, no original alemão, ou Free Fall, em inglês, como o filme é conhecido pela maioria), do diretor alemão Stephan Lacant, poderia ser mais um filme que passaria longe de um grande público, mas, graças ao sucesso mundial do ator Max Riemelt em Sense8, a série sensação da Netflix, esse filme de 2013 ganhou mais visibilidade anos depois de ser lançado, o que é uma maravilha, pois a obra merece a sua atenção.

20 de jun de 2016

#VergonhaAlheia - Ano IV - # 15





Eita nóis, tô de volta, meu povo! E aí, como foi o final de semana? Ah, o meu foi bem bacana, enchi a cara, cantei Evidências, esse tipo de coisa. Mas enfim, vamos começar? Sim!

Política. Rio de Janeiro decretou estado de calamidade pública. A galera do Facebook entrou, mais uma vez, em guerra civil, jogando a culpa em um, em outro, aquele auê de sempre. E no meio disso tudo, pra piorar a situação, Pedro Paulo (sabem? Aquele que agrediu a esposa? Então, esse) disse que, se for eleito, vai acabar com o Uber. Temos vídeo, produção?

15 de jun de 2016

#Pop5ive: Os Melhores Filmes de Robin Williams





Não lembro ao certo qual foi o primeiro filme de Robin Williams que eu vi, talvez tenha sido Uma Babá Quase Perfeita, ou então Jumanji, mas o fato é que com o passar dos anos fui crescendo e vendo mais filmes deste magnifico ator, que para nossa tristeza nos deixou em agosto de 2014. 

Porém, sua obra jamais será esquecida e seu talento sempre será lembrado. É por isso que hoje apresento esse Pop 5ive, com os melhores filmes de Robin Williams, em minha humilde opinião.

Vamos à lista?

14 de jun de 2016

#Literatura: Revival, de Stephen King






Antes tarde do que nunca, não é mesmo? Eis algo que procuro botar em prática na minha vida, que é correr atrás do tempo perdido. E como disse aqui em minha resenha sobre Novembro de 63, estou tentando, aos poucos, apreciar mais o trabalho de Stephen King, um autor que sempre me reservou boas surpresas, mas que eu quase sempre protelava, deixando para depois. Assim, quase emendar a leitura de Revival com Novembro de 63 foi uma atitude muito acertada de minha parte, pois não é por pouca coisa que King tem 59 livros lançados e é sempre sucesso em sua área de atuação.

Sem tem algo que aprendi a admirar é a imaginação de Stephen King. Afinal, como alguém consegue produzir tanto e por tanto tempo, continuando atraindo a atenção do público, em histórias tão díspares e, ao mesmo tempo, tão maravilhosas e intrigantes? Como tantas tramas bizarras podem habitar uma mente que, ao seu bel prazer, consegue nos presentear com inúmeros bons livros?

Comprei Revival de impulso, aproveitando uma oferta da Amazon. Viciei em ler no Kindle, pela praticidade, e os emails marketing da Amazon são uma tentação para alguém compulsivo como eu. Vejo a oferta, compro com um clique e, pronto, tenho mais um livro pra ler. Dito isso, não lembro nem mesmo se li direito a sinopse da história, por isso fui conhecendo a trama aos poucos, de acordo com o que ia lendo. E que delícia é ler um livro dessa maneira.

13 de jun de 2016

#VergonhaAlheia - Ano IV - # 14





Ê, lasqueira braba! Cheguei, gente, tudo certo? Que friaca da porra é essa, hein?! Lembrando que faltam 191 dias para o verão, então vamo que vamo, segurando a marimba, com força na peruca, porque esse frio vai embora!

Vamos começar com Política, que também é uma notícia sobre Barra Mansa/RJ, cidade onde eu moro, e que mostrou pra Prefeitura como se trabalha.

Acontece que existe um rio, e esse rio separa dois bairros, e pra você chegar no bairro vizinho, tinha que andar dois quilômetros. Há vinte anos (curiosamente, o mesmo tempo que eu estou sem beijar na boca) que os moradores esperam pela ponte que a Prefeitura ficou de construir, pra que assim os moradores passassem de dois quilômetros para vinte metros de distância. E nada de ponte porque, segundo a administração, a obra custaria dois milhões de reais.

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