21 de mar de 2017

#PrimeirasImpressões - Feud: Bette and Joan





Ok, agora vamos falar sobre Feud. Eu sei que eu demorei a escrever este post, mas eu queria ver mais episódios dessa série que é um verdadeiro primor, um refinamento ímpar feita pelo homem por trás de Glee, American Horror Story e American Crime Story: Ryan Murphy.

Em Feud vemos os bastidores da produção do clássico O Que Terá Acontecido a Baby Jane, de 1962. Dirigido por Robert Aldrich, o filme já nasceu clássico por ter em seu elenco duas das maiores estrelas de Hollywood que, por sinal, eram rivais e famosas por isso também: Bette Davis e Joan Crawford. Enquanto a primeira era conhecida por desafiar estúdios e possuir um talento superlativo, a segunda era uma boa atriz, mas era mais vista por sua beleza e sensualidade. Divas que já estavam envelhecidas e Hollywood não perdoa isso.

2 de mar de 2017

#TáNoCinema: As Estreias de Março/2017




Antes de mais nada, venho pedir desculpas aos integrantes do PdB e a todos os que nos acompanham, já que por motivos pessoais eu não pude realizar a nossa coluna Tá no Cinema no mês passado. Entretanto, esse mês ela retorna com força máxima e trazendo o que dê melhor vai aportar nos cinemas nacionais.

Então se aprume, jogue o resto da purpurina de lado e confira a nossa lista de estreias. 

27 de fev de 2017

#Oscar2017: Considerações da Festa Mais Atípica de Todos os Tempos





E lá vamos nós para o nosso tradicional resumão do Oscar. A festa de premiações mais badalada do mundo tentou ser diferente esse ano e, nessa tentativa, acabou sendo igual a todas as outras. A única diferença ficou com o grand finale que mencionarei logo mais.

Justin Timberlake abriu a premiação cantando Can't Stop The Feeling, música indicada ao Oscar por Trolls. Além de agitar os presentes e colocar o povo de pé, foi uma dessas tentativas de começar o show de uma forma inusitada.

24 de fev de 2017

#Oscar: Curiosidades Sobre o Prêmio





O Oscar, que chega á sua 89ª edição nesse domingo, é a festa da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas americana e um dos momentos mais esperados do ano, não apenas pelos seus membros, mas por todo mundo que aprecia cinema, glamour e badalação. Sendo assim, o evento reúne muitos fãs apaixonados que grudam os olhos na frente da TV desde o famoso red carpet até a hora da cerimônia.

Mas não foi sempre assim. No começo, o prêmio nem mesmo se chamava Oscar, a festa não era televisionada e não havia surpresa com o nome dos vencedores, tanto que a primeira entrega dos prêmios durou apenas quinze minutos. Todo mundo já sabia quem havia vencido e foram lá apenas receber o prêmio num jantar no Roosevelt Hotel. E isso tudo lá nos idos de 1929, ano em que nasceu Audrey Hepburn. A premiação foi apresentada pelo ator Douglas Fairbanks e pelo diretor William C. DeMille (irmão de Cecil B. DeMille) e tinha como propósito dignificar todas as realizações feitas entre os anos de 1927 e 1928.

22 de fev de 2017

#Pop5ive: Meus Cinco Cineastas Favoritos




Em tempos de Oscar, nada melhor que um Pop 5ive sobre o mundo do cinema, né não? Por isso selecionei para esta coluna, meus cinco diretores de cinema favoritos. Aqueles dos quais não perco nenhum lançamento, muito embora ainda não tenha assistido todos os trabalhos dirigidos por alguns, antes de ter minha paixão despertada. Mas o bom é isso, quando descobrimos um diretor genial, vamos saboreando obras antigas, enquanto uma nova produção não surge.

A lista está bem eclética em se tratando da nacionalidade dos escolhidos e, curiosamente, não tem nenhum americano no podium. Tenho mesmo uma forte queda pelos europeus e filmes mais alternativos. Espero que curtam!

20 de fev de 2017

#BaúPop: Clube dos Cinco, de John Hughes





O Clube dos Cinco deve ser tratado como uma herança, nada menos que isso. Marcou a geração da década de 1980 e ainda hoje é considerado como um filme que evoca o espírito adolescente, por tratar de forma curiosa, linda, cômica e, ouso dizer, atemporal o peso que cada jovem carrega em suas costas. 

A trama é baseada nas diferenças entre os estereótipos de cinco adolescentes: um esportista, um nerd, uma princesa, um bad boy e uma esquisita. Os cinco têm que passar (e suportar) um sábado inteiro juntos numa sala em detenção, enquanto têm como atividade escrever um texto longo sobre o que pensam sobre si mesmos. A convivência no início parece ser insuportável mas, com o tempo, os jovens vão compartilhando seus sentimentos e problemas, se conhecendo e aprendendo uns com os outros. 

15 de fev de 2017

#PopSéries: Santa Clarita Diet





Para iniciar a coluna do dia, preciso esclarecer que eu não gosto muito de comédias. Apesar de ter acompanhado Glee e gostar de Friends, normalmente não consigo achar muita graça em histórias pautadas no riso fácil e no humor que eu carinhosamente chamo de idiota. Nunca em minha vida consegui rir de filmes como Todo Mundo em Pânico ou Débi & Loide, por exemplo, ou qualquer tipo de paródia. No caso das séries, se tiver claque que me direcione o riso então, tô fora, não consigo acompanhar.

Dito isso, apesar dos comentários positivos, fui assistir a Santa Clarita Diet com os dois pés atrás, pronto para não gostar da série estrelada por Drew Barrymore e Timothy Olyphant. Porque com tantos lançamentos de séries originais da Netflix, não queria perder meu tempo com uma história boba e que eu poderia não gostar. Mas me surpreendi, porque Santa Clarita Diet não é idiota, contando sua história bizarra e surreal com uma pegada maravilhosa de humor negro, nos empolgando com todo o nonsense apresentado em cada um dos dez episódios da série, que vai num crescente louco e absurdo.

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