13 de abr de 2012

Glee - 03x15 - Big Brother

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Depois de mais um hiato, Glee retornou às telinhas resolvendo de cara o cliffhanger de seu último episódio e já nos preparando para os acontecimentos da reta final da temporada. E fomos inundados de informações sobre o que aconteceu logo depois do acidente de Quinn: o casamento de Rachel e Finn não aconteceu e Quinn não morreu, apesar de ir parar numa cadeira de rodas.



Aliás, apesar do episódio se chamar Big Brother e ser centrado na trama envolvendo Blaine e seu irmão, foi Quinn quem mais brilhou, tendo inclusive direito a duas músicas ao lado de Artie (o que deve ser pouco menos que a quantidade de músicas que ela já cantou na série). Tendo de se adaptar à sua nova condição, somos informados pela própria Quinn que sua situação deve ser provisória, já que ela pode voltar a andar com o avançar do tratamento e fisioterapia. Mas, ao vê-la interagindo com Artie e sendo confrontada pelo próprio sobre a sua situação, fui obrigado a me perguntar: será o caso da loirinha mais complexo do que ela afirmou?

Algo que realmente estou gostando de ver é a nova Sue Sylvester. Se durante muito tempo a personagem não tinha um objetivo e mudava de atitudes ao bel prazer dos roteiristas, parece que estão finalmente investindo em Sue. A gravidez a está transformando de tal maneira que é muito legal vê-la criando laços de amizade com Will e Emma (o que já havia começado a acontecer no episódio do pedido de casamento). E se ter Sue como inimiga do New Directions era problemático, o que será tê-la como aliada, disposta a ver o coral vencendo as Nacionais para conseguir o prêmio destinado à escola de origem dos campeões? Sobre a gravidez, podemos nos preparar para uma boa dose de drama, já que a menina que Sue espera pode nascer com algum problema, provavelmente Síndrome de Down, como a irmã da treinadora.


No centro da trama, conhecemos o irmão de Blaine, Cooper, vivido pelo ator Matt Bomer, importado diretamente de White Collar para uma participação especial. Foi a deixa para a velha ladainha do irmão mais velho que serve apenas para apontar os erros do irmão, que sofre com isso e blábláblá. Achei chato, confesso. Dessa participação, só curti a aula de interpretação dada pelo rapaz, que me arrancou boas gargalhadas. Como nunca uma escola dramática pensou em ensinar os apontamentos de dedo como arma de interpretação? Pior que, pensando bem, tem gente que interpreta exatamente assim... Quer dizer...

Com números musicais pouco inspirados, o episódio de retorno de Glee serviu para nos preparar para o que veremos à frente e ensaiar alguns dramas, como, por exemplo, mais uma crise no relacionamento Finchel. Eu, apesar de gostar relativamente do casal, não aguento mais essas oscilações afetivas dos dois. Tem uma hora que cansa, né? Mas, confiando (e isso é até temerário) em Ryan Murphy, espero pelos próximos capítulos e pelas surpresas que poderemos ter pela frente.
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1 comentários:

Mikes disse...

bom, não comento mais Glee, porque né...
de qualquer jeito, acho que a condição da Quinn é realmente provisória já que a menina mexeu a perna durante o episódio INTEIRO!
se isso era proposital ou não, já não sei, mas prefiro acreditar na competência da atriz...

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