23 de jun de 2012

O Mar de Monstros, de Rick Riordan


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É oficial: achei meu novo vício depois de Harry Potter. Olha que demorou! Nesse meio do caminho até me enveredei e encarei a saga Crepúsculo, me diverti com The House of Night, mas depois que fui apresentado a Percy Jackson & Os Olimpianos, senti algo diferente, um arrebatamento maior. 

Depois do primeiro livro, O Ladrão de Raios, fiquei curioso para ver como seria a continuação da saga do jovem herói – meio deus, meio humano – na nossa era moderna. Com o Olimpo em Nova York e deuses e monstros misturados a seres humanos comuns, a história de Rick Riordan já havia me conquistado. Mas, terminada a leitura desse O Mar de Monstros, posso garantir que tudo só melhora e você se vê torcendo por aqueles personagens e ansioso por saber o que ainda temos pela frente. 

Aqui, Percy Jackson descobre que tem um meio-irmão Ciclope, Tyson, e parte junto com ele e Annabeth para resgatar Grover e conseguir o lendário Velocino de Ouro, já que o Acampamento Meio Sangue encontra-se desprotegido uma vez que a árvore de Thalia foi envenenada. E nessa jornada, nossos heróis vão parar no lendário Mar de Monstros da mitologia grega, atualmente transposto para o nosso conhecido Triângulo das Bermudas. 

É também impossível não comparar Percy Jackson com Harry Potter, já que vários elementos aproximam as duas histórias: um jovem descobrindo sua verdadeira natureza, uma profecia, amizades leais, um vilão que vai se reconstruindo pouco a pouco, a ingenuidade (e, por vezes, idiotice) do personagem principal. No lugar da magia de J.K. Rowling, Rick Riordan nos brinda com mitologia grega e mil referências à divindades e monstros conhecidos por nós (quando não conhecidos, ficamos curiosos e, se você for como eu, vai pesquisar a história original no Google). 

Com uma trama envolvente e dinâmica, O Mar de Monstros nos pega pelo pé e é impossível largar suas páginas até chegar ao final do livro. Final esse, com um cliffhanger digno de matar qualquer um de curiosidade: Thalia, a filha de Zeus, morta anos antes e transformada em árvore que protege o Acampamento Meio Sangue, ressurge viva e curada pelo Velocino de Ouro. Mais uma peça para o cumprimento da profecia que alinhava a história: melhor amiga ou inimiga mortal de Percy Jackson? Somente os próximos volumes me responderão.

Texto originalmente publicado em 09/02/2011

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1 comentários:

Cotidiano disse...

Eu simplesmente amei, todoooos e recomendo muuuitooo...=D

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