29 de ago de 2012

#DocPop: Michael Jackson Imortal


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Não sou muito fã de celebrar a morte, por isso guardei esse documento para o dia de hoje, 29/08, dia em que Michael Jackson completaria 54 anos. 

Nem sei direito dizer sobre como foi o meu primeiro contato com Michael Jackson. Na verdade, desde as minhas primeiras memórias,  Michael está presente. Faz pouco mais de 01 mês que fui em uma festa, onde  o sucesso era Michael Jackson Experience, um game para o Wii, e  foi incrível perceber o alcance desse ícone.  

Essa experiência fez-me reviver Michael em minhas playlists e, para completar, Mozinn (nota do editor: so cute!) me deu de presente o CD de Immortal World Tour, uma obra de arte. Sim, arte! Em um mundo em que qualquer porcaria é considerada ARTE, essa compilação é, de longe, infinitamente superior a muito conceito de ARTE espalhado por aí.


Ouvi tudo no mesmo dia em que ganhei e bateu novamente uma tristeza, uma leve frustração ao me lembrar de que não há mais nenhuma chance de se ver uma apresentação de Michael ao vivo. Não existe nenhuma possibilidade dele retomar a carreira e “sambar na cara da sociedade”.

Muitos podem contestar sua genialidade como o maior artista pop de todos os tempos, porém suas vendagens são inigualáveis até hoje. Seja devido ao surgimento da pirataria, ou da facilidade em se obter músicas sem a necessidade de se comprar um CD, o fato é que, quem é rei, nunca perde a majestade…

Ao contrário da maioria dos mitos criados pela mundo POP, Michael Jackson sobreviveu muito além de qualquer limite, pois a mesma imprensa que o levou ao mais alto de todos os degraus do sucesso, também o esmagou como um rolo compressor impiedoso. Sua vida foi dissecada, como um cadáver sofrendo autópsia rodeado de olhares curiosos, sadicos e incrédulos.


Michael foi menino, rei, réu, monstro e anjo. Chegou ao topo e sentiu o peso do ar rarefeito por causa das altitudes próximas  a lua. Na falta de ar, alguns devaneios podem surgir, o cognitivo se altera, tudo sufoca…. Tudo se torna uma loucura e a fuga pode ser o único remédio!

O sobrevivente ainda agonizava e a mídia o atormentava. Suas ideias, angústia e genialidade eram ofuscadas. Com a pressão e a solidão, o menino perde suas forças, seus sonhos  e sucumbe. Mas o que poderia ser o fim, surpreende com um resurreição, com o sucesso e o talento para  sempre eternizados em tributos que soam como redenção.


Agora é tarde! O sonho acabou e tudo virou história para contar para nossos netos. A história de um menino que não queria crescer e que virou rei, depois monstro é foi perseguido. Um menino que mudou de cor, subverteu e encantou o mundo com seu talento. 

#SaudadesMichael


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