9 de out de 2012

Hotel Transilvânia, de Genndy Tartakovsky





Produção da Sony Pictures e dirigido por Genndy Tartakovsky, Hotel Transilvânia é um longa de animação que  utiliza-se de uma premissa interessante para apresentar uma história divertida, que pode agradar a crianças e adultos, cumprindo seu papel de tirar boas gargalhadas de seu público, apresentando alguns momentos bastante inspirados. O que é interessante de se notar, entretanto é que cada vez mais estúdios investem nas animações, além das já consolidades Disney Pixar e DreamWorks. Quem lucra, é claro, é o público.

Na história acompanhamos Drácula, que depois de ver sua esposa vampira Marta morrer devido à raiva de um grupo de humanos assustados decide proteger a todo custo sua jovem filha Mavis. Para isso, ele constrói o Hotel Transilvânia do título, um verdadeiro resort voltado a todo tipo de monstros, no meio do nada e protegido com mil maldições contra qualquer tipo de... seres humanos! 


Para comemorar os 118 anos (e a adolescência vampírica) de sua filha Mavis, Drácula promove uma enorme festa para ela, com direto à presença de monstros famosos e criaturas diversas das trevas. O que ele não contava era que um jovem mochileiro, Jonathan, surgisse sem ser convidado no hotel e botasse sua reputação de protetor dos monstros em perigo.


Contando com personagens carismáticos e situações bizarramente divertidas, Hotel Transilvânia agrada com seu humor tipicamente infantil, sem deixar de lado uma ou outra piada mais picante e direcionada aos adultos (como, por exemplo, o "volume" do homem invisível depois de sair da água fria). Além disso, os dubladores originais fazem um bom trabalho, nos fazendo acreditar nas emoções daqueles personagens. Com Adam Sandler (Drácula), Selena Gomez (Mavis) e Andy Samberg (Jonathan) dublando os protagonistas, ainda temos nomes de luxo como Cee-Lo Green (Murray) e Steve Buscemi (Wayne) em participações pra lá de divertidas na história.


Colorido e com uma história de amor bobinha no meio, Hotel Transilvânia não foge à regra de apresentar uma moral qualquer no fim da trama, aqui representada pela união de Jonathan e Mavis, mesmo com quase uma centena de anos de diferença entre eles, além do fato de um ser humano e a outra uma vampira. 

No fim das contas, a diversão descompromissada compensa bastante. Apesar dos momentos total vergonha-alheia apresentados pelas canções executadas no longa, que também investe na praga Gamgnam Style em sua trilha sonora. 

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