28 de mar de 2013

Primeiras Impressões: The Voice US - 4ª Temporada



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Tudo começou há um tempo atrás. Na ilha do... Sol? Não!!! Em Manhattan!!! Sim, foi lá que tive meu primeiro contato, paixão à primeira vista e vício assumido desde então. Foi em solo americano que assisti ao meu primeiro The Voice - o americano, pra mim, o único. E desde então, além do Vasco, tenho outro time para torcer: o Team Blake

Nada de rivalidade, nesse caso. Aqui o assunto é entretenimento, diversão e música, muito boa música. Se o The Voice Brasil começa seus preparativos para seu segundo ano, o The Voice americano - o único (vou falar isso sempre, tá?!), já é veterano e iniciou na última segunda, 25/03, a sua quarta temporada. E fez isso de cara com uma grande mudança: a troca de dois de seus treinadores. Deixam o palco Christina Aguilera e Cee Loo Green, que estavam desde a primeira temporada dividindo o posto com Blake Shelton e Adam Levine e afastaram-se (provisoriamente??) alegando que precisavam de um tempo para se dedicar com mais afinco às suas carreiras. Em seus lugares entraram Shakira e Usher

 Agora, me digam, existe maneira melhor de serem apresentados ao público oficialmente como treinadores do The Voice do que mostrando porque eles estão lá? A apresentação dos quatro treinadores cantando juntos Come Together, dos Beatles, foi boa, envolvente e serviu para nos preparar para a noite que apenas se iniciava.



No mais, estava tudo lá como como sempre, perfeitamente adequado àquilo que queremos e estamos acostumados. Carson Daly continua como apresentador e as Blind Auditions são, para mim, um dos melhores momentos do programa. Sem termos nenhum referencial sobre aqueles candidatos, é maravilhoso ouví-los e tentarmos prever quais deles, mais para a frente, vão nos encantar e tornarem-se nossos favoritos durante a competição. 

O entrosamento entre os treinadores, novos e veteranos - de programa - foi surpreendente, ótimo. Achei que iria sentir falta do Cee Loo, principalmente. Que nada! Usher foi simpático, carismático e divertido. E Shakira? Bem, apesar de ainda um pouco tímida, não deixou a desejar com relação a Christina e sua infindável TPM. 

Já os candidatos do primeiro episódio têm histórias de vida que variam entre tristes, muito tristes ou tristes pra cacete (será um requisito para as audições???). Mas a qualidade continua a mesma, lá no alto. Além das surpresas - negativas e positivas - já temos, até, uma grande favorita ao prêmio, com uma apresentação brilhante: Judith Hill. Ousando, a ex-backing vocal de Michael Jackson cantou Christina Aguilera e fez todos os quatro treinadores virarem suas cadeiras desejando-a em seus times.


Mas, nem tudo são flores no The Voice e, alguns bons candidatos, como sempre acabam eliminados. Para a tristeza do público e, algumas vezes, até mesmo dos treinadores que imediatamente após se darem conta do que perderam, se arrependem de não terem virados suas cadeiras.

No primeiro episódio, por exemplo, isso aconteceu com a jovem chinesa adotada por pais americanos, Leah Lewis. Com apenas 16 anos e uma voz potente, acabou preterida pelos quatro treinadores, deixando a todos arrependidos por não terem-na escolhido. E nós temos de concordar que foi uma perda para o programa.

Enfim, The Voice - o único, continua sendo o melhor programa do gênero na atualidade. No mundo. E continuará assim por bastante tempo. E esse ainda será O ÚNICO até que o The Voice Brasil acerte muitas coisas, dos técnicos às produções, dos candidatos à platéia. Boninho, se quiser, aqui no PdB temos várias dicas! 

No mais, depois de algum tempo, habemus The Voice! Que a temporada avance, nossa torcida aumente e que vença o melhor! E tenho dito!

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Bruno Schmidt  
Bruno Schmidt, vascaíno fanático, cinéfilo, devorador de livros, viciado em TV e internet - no celular. Redator publicitário, marquetista - não marqueteiro -, marrento e... petropolitano. Com ele o papo é sobre cinema, livros e TV. Mas sem cerveja, ok?!
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1 comentários:

Leandro Faria disse...

Tinha de ser esnobe e dizer que estava em Manhattan quando começou a ver a terceira temporada.
Se eu não estivesse lá com vc, quase teria ficado com inveja, hahahahha

E, tirando o Vasco desnecessário no texto, concordo contigo. Estou adorando esse novo ano e gostando demais do Usher. Shakira, apesar de mais quietinha, promete se soltar mais também, vamos ver!

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