29 de abr de 2013

Glee - 04x20 - Lights Out






Unplugged. Eis uma boa palavra para definir esse Lights Out, o 20° episódio do quarto ano de Glee. E, além de de unplugged, acho que slow também pode dizer muito sobre o episódio que colocou os alunos do McKinley no escuro em uma trama que considerei bobinha em um filler desnecessário nessa altura da temporada. Mas, sabendo que trata-se de uma série com altos e baixos, é necessário relevar.

Por uma causa desconhecida, a energia elétrica do McKinley High School é interrompida e os personagens se vêem tendo de realizar suas tarefas no escuro. É a deixa para que o Glee Club apresente canções no modo unplugged, com poucos recursos musicais, no que conhecemos como acústico no Brasil. Nada de novo, na verdade.

Ryder, talvez uma das poucas coisas boas desse episódio, continua em busca de sua Kate. Mesmo com a desconhecida tendo feito um verdadeiro catfish com o rapaz, ele continua o contato com ela, em um envolvimento um tanto quanto doentio. Certo que ela é um dos membros do Glee Club, inclusive conta a todos sobre o abuso que sofreu quando criança de uma babá. E o assunto que é sério, acabou se perdendo no meio de uma história fraca. 

Kitty, quem diria, parece envolvida com Ryder. A deixa do rapaz a motivou inclusive a contar a ele sua própria história, que também envolve abuso e, talvez, explique os motivos que a fazem ser um tanto quanto desagradável à primeira vista. Mas, fiquei com a ligeira impressão de que pode ser ela a Kate de Ryder. Será?


E Sue, gente? Que número bobo o reservado à personagem que virou uma icônica personal trainner. Se bem que, com Becky indo conversar com o diretor Figgs, acho que o "mistério" sobre os dois tiros de Shooting Star finalmente será esclarecido para todos.

Nem em Nova York a história engrenou. Eu, fã de Santana, Rachel e Kurt, quase dormi com o musical estrelado por eles e por Carrie Isabelle. Eu sei que Glee bebe na fonte dos musicais, mas considero o número, uma exaltação ao balé, como a mais chata e insossa performance já vista na série. Fora que o drama de Santana, procurando algo que lhe despertasse paixão, me deu um sono sem fim.

Prestes a disputarem as Regionais, o episódio me soou tolo e bobo, que não acrescentou nada de efetivamente importante à trama que vinha sendo contada. E se a intenção era ser interessante e unplugged, esse Lights Out de Glee foi apenas boring e maçante para mim. Espero, sinceramente, que o próximo episódio, Wonder-full (uma homenagem à, claro, Stevie Wonder), resgate os bons momentos que aqui foram apenas desperdiçados.
Leandro Faria  
Leandro Faria, do Rio de Janeiro, fruto da década de 80, viciado em cultura pop em geral. Como vício bom a gente alimenta e compartilha, estou aqui para falar de cinema, televisão, música, literatura e de tudo mais que possa (ou não) ser relevante. Por isso, puxe a cadeira, se acomode e toma mais um copo, porque papo bom a gente curte é desse jeito!
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1 comentários:

Serginho Tavares disse...

eu achei um episódio chato, o mais chato da temporada, na verdade

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