17 de jun de 2013

Pop Séries: CSI - Crime Scene Investigation





O gênero série policial é um dos mais apreciados pela audiência americana. São vários os exemplos de sucesso e, entre eles, CSI, criada por Anthony E. Zuiker, é certamente o mais aclamado. Há mais de 10 anos no ar, a série original já rendeu dois spin-offs de igual sucesso e continua alegrando os fãs com suas tramas intrincadas e bons roteiros. 

Conhecida no Brasil como CSI: Las Vegas, a história acompanha o dia a dia de um grupo de cientistas forenses do departamento de criminalística da polícia de Las Vegas, que são responsáveis pela resolução de crimes e mortes que têm em comum o fato de serem misteriosos e pouco normais. Utilizando equipamentos de última geração e muitas deduções brilhantes, os peritos chegam às respostas, descobrindo os culpados, ao mesmo tempo em que acompanhamos um drama de alto nível. 

Contando com o segundo maior laboratório de criminalística dos EUA, o grupo de cientistas forenses da série é liderado por Gilbert Grissom (William Petersen), um entomologista, e formado originalmente por Catherine Willows (Marg Helgenberger), filha de um mafioso dono de cassinos; Nicholas Stokes (George Eads), analista criminal; Warrick Brown (Gary Dourdan), químico e ex-viciado em jogos; e Gregory Sanders (Eric Szmanda), técnico de laboratório. A física Sara Sidle (Jorja Fox) e o legista Albert Robbins (Robert David Hall) passam a integrar o time de peritos mais tarde na série.


Normalmente com episódios fechados, o drama procedural foca-se no trabalho dos peritos em campo, ao mesmo tempo em que investe um pouco no acompanhamento da vida pessoal dos personagens, que nem sempre são calmas, como aparentam ser. 

Diversas vezes indicada ao Emmy, principal premiação do meio nos EUA, CSI já foi agraciada como vencedora por quatro vezes, o que a coloca como uma das preferidas do público e da crítica americana. Um fato interessante é que, exibida pela rede CBS, a série foi rejeitada primeiro pela ABC, que afirmou achar a trama “muito difícil de entender pelo público médio”. Não é o que parece pensar a audiência de milhões de expectadores que acompanham os episódios da série semanalmente e garantem a longevidade de CSI

O sucesso é tão grande que rendeu dois spin-offs, que nada mais são que séries originadas a partir dela. CSI: Miami entrou no ar em 2002, focando claro, na equipe de peritos forenses da cidade do título. Dois anos depois, em 2004, estreava CSI: NY, que mostrava a vida dos profissionais da área atuando em Nova York. Interessante é observar que as três séries possuem músicas do The Who em suas aberturas: se na CSI original são os acordes de Who Are You que acompanham os créditos, em CSI: Miami ouvimos Won't Get Fooled Again; enquanto em CSI: NY a música de abertura é Baba O'Riley.


O sucesso da série foi responsável pelos salários astronômicos de alguns integrantes da série original. William Petersen, que vivia Grissom, chegou a faturar US$ 1 milhão por episódio, ao passo que sua companheira de elenco Marg Helgenberger faturava US$ 780 mil. Ainda falando em cifras, CSI carrega o rótulo de possuir a abertura mais cara da história da televisão americana: US$ 400 mil foi o total gasto na abertura da décima temporada da série

Com tantos fãs ávidos por consumir tudo relativo ao programa, uma série de jogos para videogames foram produzidos baseadas em CSI: são sete que tem a CSI original como tema, além de dois ambientados em CSI: Miami e um em CSI: NY

Ainda no ar e com aparente fôlego para inúmeras novas temporadas e, porque não, novos spin-offs, CSI: Crime Scene Investigation é o tipo de programa indicado aos fãs do gênero e curiosos de plantão. É impossível não se empolgar com as engenhosas artimanhas do roteiro e com a forma genial como os casos são resolvidos.

Leandro Faria  
Leandro Faria, do Rio de Janeiro, fruto da década de 80, viciado em cultura pop em geral. Como vício bom a gente alimenta e compartilha, estou aqui para falar de cinema, televisão, música, literatura e de tudo mais que possa (ou não) ser relevante. Por isso, puxe a cadeira, se acomode e toma mais um copo, porque papo bom a gente curte é desse jeito!
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1 comentários:

Nicolli michelle disse...

não da pra ler direito, por causa do fundo

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