19 de out de 2013

American Horror Story: Coven - 03x02 - Boy Parts




Adoro mentes insanas. E as de Ryan Murphy e Brad Falchuck são exatamente o tipo de mentes que, se não utilizadas na criação de roteiros absurdos, poderiam muito bem estar traçando crimes perfeitos por aí e aumentando o número de serial killers americanos. Ainda bem que esses dois preferem utilizar suas ideias mirabolantes para criar séries como American Horror Story e seus roteiros absurdamente incríveis. Afinal, em apenas dois episódios, Coven está se mostrando fantástica e divertidíssima. 

Depois da apresentação dos personagens na premiere, é hora de avançar na trama. Em Boy Parts, Coven fez isso, aprofundando a nova mitologia criada para as bruxas da série e inserindo novos elementos que, apesar de bizarros, me soaram bem engraçados. Evan Peters, por exemplo, deve ter o emprego dos sonhos de qualquer ator ao atuar em AHS: ele já foi um fantasma, um louco abduzido e, agora, uma nova versão de Frankstein. E ainda ganha (muito bem) pra isso. Fala sério, né?


Descobrimos que Mary Todd não foi ressuscitada pelo poder de Fiona. Amaldiçoada pela sacerdotisa vodu Marie Laveau, ela foi enterrada viva depois de ver toda sua família dizimada e de ser condenada à vida eterna. Desenterrada por Fiona, que quer conhecer o segredo de sua imortalidade, quem duvida dos bafões místicos que travará com a rainha negra, também imortal, da série?

Já as bruxinhas da New Hogwarts (sério, não vou escrever Academia da Sra. Robichaux Para Moças Excepcionais toda vez... Acostumem-se com o apelido!) continuam aprontando. Depois do "acidente" com o onibus escolar e confrontadas pela polícia local, Zoe e Madison resolvem brincar de Médico e Monstro e trazer Kyle de volta à vida. É no meio de seu ritual que acabam convocando Misty Day, a bruxa teoricamente morta queimada, mas que agora vive toda zen pelos pântanos de Nova Orleans, salvando crocodilos e matando seus caçadores. Ou seja, com o rapaz se recompando graças aos poderes de Misty, acho que já temos pólvora demais nessa mistura, não é mesmo? E eu ainda quero saber mais de Queenie e de Nan, porque sou desses.


Isso sem contar que também descobrimos que a pobre Cordélia, apesar de filha da Suprema, não consegue ter filhos por meios naturais. Assim, toda trabalhada na feitiçaria, submete-se a si mesma e ao marido a um encantamento cheio de cobras (achei... propício!) e fogo e símbolos pagãos para conseguir seu intuito. Sei não, mas deve ser um tanto quanto problemático manter o tesão naquelas circuntâncias, mas, apenas divago...

O que importa agora é que Mary Todd voltou, Marie Laveau sabe disso, temos um FranksKyle todinho para Zoe e Misty Day já pode se encontrar com suas irmãs bruxas. É, meu povo, AHS: Coven está apenas em seu segundo episódio, mas as cartas já foram dadas e as bruxas estão soltas. E nós, é claro, acompanhando!

Até a semana que vem!
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Leandro Faria  
Leandro Faria, do Rio de Janeiro, fruto da década de 80, viciado em cultura pop em geral. Como vício bom a gente alimenta e compartilha, estou aqui para falar de cinema, televisão, música, literatura e de tudo mais que possa (ou não) ser relevante. Por isso, puxe a cadeira, se acomode e toma mais um copo, porque papo bom a gente curte é desse jeito!
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