6 de out de 2013

Glee - 05x02 - Tina In The Sky With Diamonds




Eu acho que Glee só começa a funcionar no tranco. Porque se achei Love, Love, Love, o primeiro episódio desse quinto ano um tanto quanto fraquinho, Tina In The Sky With Diamonds, o episódio dessa semana, foi bem legal. Mas eu não me iludo e, apesar de esperar que esse seja um grande último ano para a série, sei que consistência não é o forte de Ryan Murphy e que podemos esperar ótimos episódios entremeados por outros um tanto quanto lamentáveis. Mas quem é fã de Glee já sabe disso, não é mesmo?

No segundo episódio temático sobre os Beatles, algumas das minhas canções favoritas da banda deram a cara. Hey, Jude, Here Comes The Sun, Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club e Let It Be foram tocadas e encheram meu coração de alegria. E dane-se se muitas das situações do roteiro foram criadas unicamente para que as músicas fossem inseridas nele. Who cares?



No McKinley é hora do baile (novamente). E com a chance de Tina finalmente ter um dia de destaque e blá blá blá (sério, eu já tô de saco cheio com a personagem) uma nova vilã dá as caras. Bree, a cheerio da vez, faz de tudo para transformar a noite de Tina em algo à la Carrie, a Estranha, mas tem seu plano frustrado, quando não consegue acabar totalmente com a noite da asiática. O melhor de tudo, entretanto, é Sue Sylvester falando aquilo que os telespectadores pensam. Ao perguntar quem era a personagem, que surgiu do nada para infernizar o Glee Club, Sue me fez rir.

Para o coração solitário de Sam, uma enfermeira. Se Samgelina Jolie (#EuRi) nunca foi feliz em seus relacionamentos em Glee, por que não produzir um par para ele e introduzí-lo na série? Foi divertido acompanhar a paixonite do bocudo pela nova personagem que, apesar de estudante de enfermagem, é um verdadeiro desastre na profissão.

Em Nova York, um romance para Santana. E se a latina mais amada da série sempre se envolveu com mulheres bissexuais, ao se dar conta que sua colega de trabalho é totalmente gay, fica apavorada. Legal é ver Rachel dando uma força pro relacionamento da amiga, que aceita o incentivo, apesar dos seus temores.


Eu confesso: prefiro as ações que se passam em Nova York do que as em Lima. Acho bem mais interessante acompanhar Kurt, Rachel e Santana do que os intermináveis problemas bobos do McKinley. E vendo a amizade dos três ex-gleeks, isso fica ainda mais gostoso.

Rachel, inclusive, ganhou a sua protagonista em Funny Girl. Por mais incoerente que isso seja na vida real, como apontou uma amiga que vive em Nova York e estuda artes dramáticas por lá (beijos, Mey Fernandes), fiquei mega empolgado com a notícia e com a felicidade de Rachel. É uma série, né, eu relevo!

Mas, depois de um começo leve e felizinho, é melhor todo mundo ficar preparado. Na próxima semana é hora da despedida de Finn Hudson da série. The Quarterback, terceiro episódio desse ano, é o tributo de Glee à Cory Monteith e eu tenho certeza que será arrasador, vide o promo abaixo que, apesar de ter apenas 33 segundos, me deixou com um nó na garganta. Imagina o episódio todo? 


Pois é, caros amigos, até a próxima semana, desde já certo que terei a missão de escrever um dos mais dolorosos reviews que já fiz da série. Até lá!
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Leandro Faria  
Leandro Faria, do Rio de Janeiro, fruto da década de 80, viciado em cultura pop em geral. Como vício bom a gente alimenta e compartilha, estou aqui para falar de cinema, televisão, música, literatura e de tudo mais que possa (ou não) ser relevante. Por isso, puxe a cadeira, se acomode e toma mais um copo, porque papo bom a gente curte é desse jeito!
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