22 de jan de 2014

American Horror Story: Coven - 03x11 - Protect the Coven




Confundir e embaralhar. Parece esse o mantra de Coven, o terceiro ano de American Horror Story que, desde seu início, nos enganou diversas vezes sobre qual efetivamente seria o rumo da temporada. Depois de uma possível guerra entre as bruxas e as voduzeiras, passamos para uma disputa entre bruxas e caçadores para agora, no fim, parecer um grande é cada um por si e a magia contra todos. E, nem por isso, a série deixou de ser boa em qualquer momento. Ponto para Coven.

Se alguém estava com saudades de Delfine LaLaurie, o episódio foi quase todo dela. A personagem cruel, que nunca teve qualquer problema em se divertir tirando sangue de escravos, foi meio que a narradora de Protect the Coven. E vê-la novamente em ação, arrancando os dedos do empregado da escola de bruxaria me deu um nervoso. Tenho probleminhas com essas cenas, mas divago.

O encontro de LaLaurie com o mordomo morto maluco também rendeu. Quem diria que ele enrolaria a eterna ama dos escravos para dar um jeito em Marie Laveou apenas para que ele tivesse, finalmente, uma boneca humana? Só dá maluco na série, eu vivo dizendo. E a gente adora, né?


Tenso também foi ver Cordélia se livrando dos olhos bizarros, um de cada cor, apenas para recuperar o dom da segunda visão. Segundo Myrtle Snow, um sacrificio em prol do clã. Mas será? Tadinha de Cordélia, porque ela só se fode nessa série, desde o início.

Enquanto isso, Fiona, Marie Laveou e o Homem do Machado deram um rápido e definitivo jeito na corporação de caça às bruxas. Será que nunca pensaram nisso antes? Porque, convenhamos, foi um tanto quanto fácil, como se tudo não passasse de uma coreografia de um filme de Tarantino, com direito à MUITO sangue cenográfico esguichando em cena. Eu ri, juro.

Já Misty continua "enterrada" viva e Madison dá piti porque perdeu o seu "homem" objeto para Zoe. Que, aliás, vive seu romance com FranksKyle à todo vapor, com direito a fugida romântica rumo a Orlando. Mas é claro que isso não vai dar certo, afinal, ainda falta água pra correr antes de finalmente acompanharmos o fim de Coven

Episódio bobo, mas não totalmente descartável. Eu sei, teve muito sangue, gore até dizer chega, mas para uma reta final de temporada, faltou muita coisa para realmente nos eletrizar e querer nos manter ligados nesses capítulos. 

Tomara que Go to Hell faça justiça a seu título e tome um rumo diferente, nos dando o prazer bizarro que somente quem acompanha AHS conhece tão bem!

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Leandro Faria  
Leandro Faria, do Rio de Janeiro, fruto da década de 80, viciado em cultura pop em geral. Como vício bom a gente alimenta e compartilha, estou aqui para falar de cinema, televisão, música, literatura e de tudo mais que possa (ou não) ser relevante. Por isso, puxe a cadeira, se acomode e toma mais um copo, porque papo bom a gente curte é desse jeito!
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