4 de mai de 2015

#VergonhaAlheia - Ano III - # 14




ALÔ, GALERA DE COWBOY! Brincadeira!! Como é que vocês estão, hein? Bem? Mal? Mais ou menos? Oh, nada de baixo astral aqui, hein (momento Xuxa) ?! Quero todo mundo bem disposto, bem pra cima, porque tá no ar a décima quarta edição do terceiro ano da #VergonhaAlheia! (êêêêêêê!)

Vamos começar com algo que eu adoro colocar aqui: música bizarra! Conhecem aquela música da Carly Rae Jepsen, Call Me Maybe? Bem, pra quem não conhece, a música é essa aqui:


Uma gracinha, né?! Sim, bastante, grudou na minha cabeça por um bom tempo. Pois bem, eis que sentiram a necessidade de fazer um cover brasileiro dessa música. Um cover gospel. Isso mesmo. Vamos dar uma ouvidinha na obra prima?


Bem... Minha cara foi mais ou menos essa:



#SandyMeRepresenta

Ô, minha gente... Pra quê? Por quê? E de novo, pra quê? Agora, tem algumas coisas na letra que eu não entendi muito bem. Por exemplo, tudo bem não beber vinho, vodca, cerveja, mas tudo bem dar uns beijos dentro do carro do "gatinho" (que nem é tão gatinho assim, vai)? Outra coisa que não entendi foi: "No meu casamento, pros meus convidados, não vai ter bebida, só vai ter Del Valle e Coca". Mas... Del Valle e Coca-Cola não são bebidas? Eu, hein... Ah, teve outro ponto que também me deixou na dúvida: "Eu sei que ele se assustou, mas sou filha de pastor, tenho temor ao Senhor, então não vou beber". Então tá tudo certo se não for filha de pastor, né?

Pô, galera não sabe nem fazer um cover direito,  hein... É nisso que dá querer fazer humor evangélico usando "música do mundo". A galera tem que entender que humor evangélico é muito mais engraçado na igreja do que fora dela.

E pra você que não quer qualquer um te tocando, mas quer sair com alguém nas fotos, chegou mais uma novidade: O Braço de Selfie! SIM! Olha isso, gente:



Você olha pra essa foto e pensa: "Awn, que bonitinho o casal, foto mais fofinha...", quando, de repente...



#MeuMundoCaiu

Caramba, galera, qual a necessidade? E eu que pensava que a imortalização do ânus fosse algo extremo... É, enfim, o Braço de Selfie existe, não está perfeito, já que a mão falsa é mais cinza que a pele humana, mas tá aí, pra quem quiser comprar e passar vergonha, tá? Beijão.

Agora, gente, a situação no Paraná não foi das melhores nos últimos dias, né? Não, não vou fazer piada com isso, longe de mim, não sou insensível. Foi realmente um cenário lamentável, infelizmente.

Mas... Alguém pode me ajudar a entender isso aqui?



Impressão minha ou o policial esteve lutando em Bambuluá (quem lembra?!)? Gente, numa tentativa absurda de jogar a culpa nos professores, o moço aí e alguns amigos se besuntaram de tinta guache, pra simular ferimentos. Acontece que eles se esqueceram de um pequenino detalhe: não existe sangue rosa. Pelo menos, não em humanos, se existe alguma criatura nesse mundo que tenha sangue cor de rosa, me avisem (é sério, gosto de me manter informado)!

AH VÁ, NÉ?! Que feio! Queria exibir o iPhone e a aliança? Era só ter tirado uma foto, não precisava ter se sujado à toa... Interessante é que ele pensou que ninguém fosse notar, mas o Jeferson Cardozo (um beijo, Jeferson), tascou o comentário na foto, dando aquela quebrada na situação. Ê, tristeza...

É isso aí, galera! Vou ficando por aqui, porque feriado agora só mês que vem, ou seja, a mamata acabou. Teve mais coisa, como por exemplo, gente falando que o terremoto no Nepal foi culpa dos nepaleses, por causa das suas crenças, e teve também o telão do Superstar, que não sossegou durante o programa de ontem, caindo toda hora (me ajuda aí, né Globo?); teve também a propaganda no novo Zorra Total, que não tá mais legal que a versão anterior, viu? Dani Calabresa, saia daí enquanto há tempo! Teve mais coisa, mas tudo fofoca.

Ficando por aqui, um beijo, um queijo, até a próxima semana, coisa e tal...

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Leandro Faria  
Glauco Damasceno, um espírito livre, observador do tempo, da vida e das muitas timelines da web. Sonha em ter muito dinheiro pra poder cair no mundo, aprender tudo o que puder. Acredita que jazz, blues, soul, pop, samba, pagode e erudito sejam as trilhas sonoras perfeitas para a vida que leva
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