4 de ago de 2015

Sobrenatural - A Origem, de Leigh Whannell





Aqui é a Verônica Pinheiro e eu estou muito feliz por estar mais uma vez aqui com vocês no PdB. E prometo que hoje não irei falar sobre nenhuma irmã gêmea (e se você não entendeu a piadinha, leia depois meus primeiros posts aqui no blog, clicando aqui e aqui). 

Mas vamos logo ao que interessa, já que hoje vim contar para vocês sobre o filme que fui assistir nesse último fim de semana: Sobrenatural - A Origem (Insidious - Chapter 3, no original). E já confesso: não era minha intenção assistir ao filme, já que não assisti aos outros da saga, Sobrenatural e Sobrenatural 2. Mas, por esse ter sido “a origem”, resolvi dar uma chance a ele, afinal, tecnicamente, deveria ser o primeiro filme e eu entenderia tudo. Mas acabei escolhendo-o um pouco por falta de opção e também por conta do horário (os outros filmes só tinham sessão para umas 3 horas depois e eu não queria esperar tanto). Mas não me arrependi nenhum pouco em ter optado por ele. 

Já me decepcionei bastante com filmes de “terror”. Não sei se esse filme se enquadra neste gênero mas, à primeira vista, podemos dizer que sim. Se eu tentasse explicar, diria que Sobrenatural é uma mistura de espiritismo com terror gráfico (já ouvi isso em algum lugar). Por favor, não julguem meus “conceitos cinematográficos”, afinal, eu não sei absolutamente nada técnico... É apenas uma opinião como espectadora mesmo. ;-) 

A parte do espiritismo se dá por conta da personagem Quinn (Stefanie Scott) procurar uma médium para tentar contato com sua mãe, que já faleceu. Contato esse que dá errado, pois a especialista já havia desistido desta função, devido a alma de uma mulher a perturbar, dizendo que queria matá-la. Criaturas misteriosas também passam a assombrar Quinn. Mencionei terror gráfico devido as cenas do filme, ou seja, não há, em sua maioria, terror psicológico, como nos filmes do Freddy Krueger, e sim aqueles sustos constantes, com criaturas bizarras que aparecem quando você menos espera, assim como no filme de Annabelle (já vá preparado para o cinema!). 


Não posso deixar de mencionar a parte humorística de Sobrenatural. Apesar de eu achar o filme inteiro engraçado (principalmente os “sustos”), em seu contexto ele tem umas partes cômicas, propositalmente, como os “caça fantasmas” atrapalhados que aparecem no filme. 

Gostei muito do fato do pai de Quinn acreditar prontamente que ela estava sendo assombrada por fantasmas, ou espíritos, ou por qualquer criatura maligna. Desta forma, fez com que ela pudesse ser ajudada logo, e não como em muitos outros filmes em que o personagem leva dias ou anos para fazer com que acreditem em sua história e finalmente possam ajuda-lo. 

O personagem que mais gostei foi o irmão caçula da Quinn - ele até pode ser meio pentelho, normal de todo irmão dessa idade, mas foi ele quem trouxe a parte cômica do filme, em suas tiradas espontâneas. Também gostei da Maggie, melhor amiga de Quinn, que protagoniza algumas cenas engraçadas. 

Eu espero que tenham gostado deste meu breve relato sobre o filme Sobrenatural: A Origem. Não irei dar nenhum spoiller, pois sou muito boazinha e quero que vocês também o assistam. Me perdoem se não explorei nenhuma parte que vocês possam achar crucial, pois, como falei, não assisti aos outros filmes da saga, mas já estão na minha lista, pois esse me agradou bastante, pelo menos não me decepcionou, como achei que fosse acontecer. 

Recomendo que vocês assistam o filme legendado, e torço muito para que não estejam numa sala cheia de pré-adolescentes que adoram gritar durante todo o filme - como foi meu caso... E se você já assistiu, adoraria saber o que achou. Comenta aqui embaixo!!! 

Beijos e até a próxima!
                                                                                                      Por Verônica Pinheiro

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Leandro Faria  
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