21 de set de 2015

Rock in Rio e Emmy em Pílulas Especiais





O Pop Pílulas de hoje resolveu fazer um pequeno resumo, ou melhor, um resumão do fim de semana que teve Rock in Rio e Emmy, pra alegria da galera ligadona na tevê e nos trendings topics da vida. 

O Rock in Rio completa 30 anos sendo um dos mais importantes festivais do mundo. Essa edição começou na última sexta, dia 18, e a pergunta do dia, feita por todo mundo que acompanhava o evento, era sobre o Adam Lambert na frente do Queen: se ele daria conta do recado, que era uma afronta, que o lugar era do Freddie Mercury e blá blá blá. Acredito que se perguntaram tanto como seria o show, que os shows anteriores foram esquecidos. Se bem que, tirando a homenagem a Cássia Eller onde todo mundo saiu mostrando os peitos, nada mais foi digno de nota. Os shows foram mornos. 

Que raios foi aquele show do The Script? E One Republic foi fraquinho também. Isso até a entrada do Queen. Sim, Adam é lindo, dá vontade de levar pra casa, tem carisma, é um puta cantor, emocionou junto com a banda e sim, foi um show do Queen. E o Leandro Faria, nosso editor lindo aqui no PdB, escreveu um texto muito bom sobre a polêmica em torno de Adam Lambert ser muito gay para o Barba Feita, nosso site irmão. 'Bora clicar aqui e ler?


No sábado, a noite foi do metal e, mesmo com as falhas de som no Metallica, a banda encerrou muito bem o dia. Dia para metaleiro nenhum botar defeito. Ah, Angra fez um excelente show, esquecendo o péssimo momento que tiveram 4 anos atrás. 

Já o domingo começou com Alice Caymmi dando o tom do que seria o terceiro dia do festival. A moça esbanjou puro amor cantando desde ABBA, Billie Holliday a Led Zeppelin. Baby e Pepeu vieram depois no palco Sunset, com um show bacanérrimo mostrando que num passado não tão distante, tínhamos uma grande MPB e ninguém sabe pra onde ela foi parar! O palco Mundo contou com um grande espetáculo do Seal e de Elton John, que dispensam comentários. Mestres em fazer hits e grandes espetáculos, eles divertiram o público, principalmente o Seal, que foi pra galera várias vezes. 

Assisto ao Emmy há muitos anos e ele sempre foi uma cerimônia mega chata e careta, que não gostava de mudanças e premiava sempre os mesmos durante um bom tempo. Isso me distanciava da festa, que assistia com vergonha. Pelo menos era assim, até mudarem as regras esseano. E essas regras acabaram beneficiando não apenas os artistas envolvidos em seus shows, mas também o público que, enfim, pode ter uma cerimônia mais justa e enxuta. 


Foi muito bacana ver Viola Davis vencendo por How to Get Away With Murder, Jon Hamm por Mad Men, Jeffrey Tambor por Transparent, todos os prêmios para Olive Kitteridge, Game Of Thrones sagrando-se campeã como melhor série dramática e Veep de melhor série cômica. 

No mais: o mestre de cerimônias, Andy Samberg, foi corretinho, a homenagem às series que terminaram foi merecida, e Lady Gaga estava LINDÍSSIMA. 

Ou seja, o Emmy foi uma festa que passou até depressa, como as nossas Pílulas de hoje, mesmo com aqueles infindáveis discursos de agradecimento. Até a próxima!

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Serginho Tavares  
Serginho Tavares, apreciador de cinema, para ele um lugar mágico e sagrado, de TV e literatura. Adora escrever. É de Recife, é do mar: mesmo que não vá com tanta frequência e com os pés bem firmes na terra.
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