29 de set de 2015

Rock in Rio em Poucas Pílulas





Ainda o festival, é claro! Afinal, o Rock in Rio terminou deixando saudades até para quem não foi para a Cidade do Rock e ficou acompanhando tudo pela TV como eu. Até acho que sete dias foi pouco, mas enfim, faz parte, o festival é bom bagarai, lamento apenas a triste cobertura do Multishow, que entra ano e sai ano é toda cagada! 

Nessa segunda semana, na quinta-feira, Johnny Deep e sua banda deram as caras por lá. Mas o The Holywood Vampires passou despercebido, e a noite foi mesmo do Queens of the Stone Age e do System of a Down, dois exímios shows de rock pra roqueiro nenhum botar defeito. Crasse A.

Na sexta, Slipknot fechou a noite, mas registra-se o lindo show do Faith No More, num cenário branco repleto de flores. Foi lindo de ver e ouvir. 


No sábado, Angelique Kidjo fez um show apoteótico no palco Sunset, mas que era digno de palco Mundo. O Sunset, aliás, chega a ser sempre repleto de infindáveis surpresas. Logo depois Sergio Mendes e Carlinhos Brown fizeram o show mais chato do festival, quer dizer, um dos, porque John Legend na semana anterior tá brigando pela primeira posição da chatice. Lulu Santos e Rihanna fizeram shows divertidos para o público presente e para o de casa, aliás, a cantora de Barbados dividiu opiniões, teve quem odiou a moça ter ficado no pout-porri e teve quem adorou. Eu fui um dos que amaram, mesmo ela aparecendo com aquela capa horrenda que não a valorizava em nada, mas enfim o que é uma capa quando se é Rihanna? Ah, Sam Smith também passou por lá nesse dia, fez um show para quem curte o repertório adocicado dele, e não foi ruim, mas o melhor mesmo foi ver o cara se acabando junto com o público. Tava todo mamado. Adoro! 

Domingão, último dia do festival que contou com a cantora portuguesa Aurea deixando o público mais feliz ao lado de Boss AC. A-HA relembrou os grandes hits do passado, mostrando que boa música é mesmo atemporal. E, e para fechar com chave de ouro, Katy Perry num autêntico show de pop pra fazer todo mundo vibrar horrores. 

Enfim, foi isso o que rolou no Rock in Rio. Agora só em 2017, mas que foi bom, foi, e que o próximo seja tão bom quanto. Agora vou indo porque tem TCC pra dar prosseguimento, já que nem só de televisão e música vive um universitário! 

Beijos. 

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Serginho Tavares  
Serginho Tavares, apreciador de cinema, para ele um lugar mágico e sagrado, de TV e literatura. Adora escrever. É de Recife, é do mar: mesmo que não vá com tanta frequência e com os pés bem firmes na terra.
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