5 de nov de 2015

Os Doze Trabalhos de Hércules, Ops, de Brad Pitt








Brad Pitt é um homem bonito que deu duro para mostrar que sabia atuar. Mas nada como o tempo e um filme atrás do outro. Ou melhor, nada como ser lindo e ver Hollywood aos seus pés lhe oferecendo bons personagens.

Na nossa coluna especial de hoje, doze filmes que ajudaram o ator a ser o Brad Pitt que conhecemos hoje. Vamos juntos acompanhar esses trabalhos dignos de um herói grego!

Thelma & Louise (1991)

Brad já havia feito algumas pontas aqui e ali e até apareceu na clássica série Dallas, mas todo mundo só percebeu que ele existia quando Susan Sarandon e Geena Davis deram carona a ele. 

Kalifornia – Uma Viagem ao Inferno (1993)

Lindo e psicopata, que medo de estar no mesmo carro que ele! Aqui ele já mostrava que queria se desvencilhar da imagem de homem bonito que o acompanharia por toda a carreira (fazer o quê se ele é gato mesmo, né?).

Entrevista com o Vampiro (1994)

O nome de Tom Cruise é quem está na frente, afinal, na época Brad estava começando a brilhar e Tom já era consagrado, mas o astro mesmo foi Brad Pitt como o perturbado vampiro Louis nessa estupenda adaptação da obra de Anne Rice.

Lendas da Paixão (1994)

Ele gosta de encarar desafios e não ser apenas o mocinho, o herói. Mesmo que o personagem seja descrito dessa maneira, ele gosta de humanizá-lo o máximo que puder. Foi assim neste western que é uma saga familiar trágica com uma trilha sonora épica e numa fotografia magistral.

Seven: Os Sete Crimes Capitais (1995)

Um thriller eletrizante. Na pele de um detetive que tenta descobrir um assassino em série ele está ao lado do maravilhoso Morgan Freeman. Não precisava de mais nada.

Os Doze Macacos (1996)

Como foi dito anteriormente, ele gosta de escolher personagens que o desafiem. Neste filme ele deixa de lado o status de astro e procura se enfeiar bastante para dar a credibilidade necessária para o personagem de um rapaz que aparentemente tem sérios problemas. Resultado? Primeira indicação ao Oscar.

Clube da Luta (1999)

O visual um tanto acelerado, a narrativa desconstruída e Brad Pitt aqui nem é o ator principal, mas rouba a cena sempre. Porque será? Um dos filmes mais intensos do fim do século passado, em parte graças à sua interpretação.

Babel (2006)

A trilogia do caos se completa aqui e nosso astro é casado com Cate Blanchett. Não é fácil brilhar ao lado de uma das maiores atrizes do século, mas quando se tem uma chance para provar que é mais do que apenas um astro, não se deve jogar fora. Ele faz isso muito bem.

O Curioso Caso de Benjamin Button (2008)

Outra indicação ao Oscar, por um homem que nasce velho e vai rejuvenescendo à medida que sua história avança. Um primor e ele está em um dos seus melhores momentos, provando que amadurecer só tem lhe feito bem.

Bastardos Inglórios (2009)

Quentin Tarantino sabe dirigir atores, principalmente grandes atores. Num filme com um elenco estelar todos tem destaque, mas a última cena vale pela cara de satisfação de Brad!

O Homem que Mudou o Jogo (2011)

Ao contrário dos outros filmes dele, este aqui falta vida, mas não por culpa dele e sim da direção que insistiu em ser pesada demais. O que salva tudo é o elenco capitaneado por um Brad Pitt inspiradíssimo, na medida certa.

12 Anos de Escravidão (2013)

Ele não é o astro do filme, as atenções estão voltadas para outras pessoas, mas ele foi também produtor e ganhou o Oscar. Bem, preciso dizer mais uma vez que ele sabe escolher seus filmes?
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É ou não um grande ator e um verdadeiro deus grego?

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Serginho Tavares  
Serginho Tavares, apreciador de cinema, para ele um lugar mágico e sagrado, de TV e literatura. Adora escrever. É de Recife, é do mar: mesmo que não vá com tanta frequência e com os pés bem firmes na terra.
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