8 de fev de 2017

#Netflix: iBoy, de Adam Randall







Parece que a Netflix entrou de vez para jogo, tornando-se uma excelente alternativa às formas tradicionais de produção de cinema e televisão. A cada mês, o somos inundados a todo o instante com estreias diversas, com ótimas produções chegando ao catálogo do serviço de streaming, conquistando a audiência e gerando grande burburinho. E se isso já acontecia com as séries originais Netflix, o mesmo também vem acontecendo com os filmes próprios da empresa que, além de elogiados por público e crítica (e Beasts of No Nation é o maior exemplo disso), vem se firmando como ótima opção para os telespectadores. 

E, entre essas estreias, graças às dicas de amigos, resenhas diversas e, é claro, às indicações da própria Netflix, acabamos encontrando obras muito interessantes para serem assistidas. Como, por exemplo, iBoy, do diretor Adam Randall, que é um desses filmes divertidos, principalmente se você é fã das séries britânicas como Skins ou Misfits. Assim como nessas séries, em iBoy os personagens passam longe da estonteante beleza americana, possuem aquele sotaque delicioso dos ingleses e apresenta uma história que, apesar de absurda (que história de super-herói não é?), é bastante divertida.

A trama gira em torno de Tom (Bill Milner), um jovem morador da periferia de uma cidade britânica. Após presenciar um assalto na casa de sua paixão do colégio, Lucy (Maisie Williams), ele acaba levando um tiro na cabeça enquanto está fugindo e tentando chamar a polícia pelo celular. Quando acorda de um coma de dez dias, ele descobre que partes de seu aparelho celular acabaram entrando em seu cérebro, o que dá a ele a habilidade de se conectar com qualquer objeto eletrônico. Rapidamente Tom se torna uma espécie de super-hacker e decide ir atrás dos sujeitos que estupraram sua amiga, tornando-se um herói um tanto quanto improvável.

Por Tom se tornar alguém com habilidades especiais, o filme lembra bastante a já citada Misfits, que contava em seu enredo a história de um grupo de jovens ingleses que ganham super poderes e passam a tentar tirar proveito próprio disso. Aliás, fica a dica: é imperdível, como o iBoy.

Bem diferente das produções americanas que nos habituamos a assistir, iBoy é daqueles filmes divertidos e descompromissados, bons para serem assistidos em momentos em que queremos apenas nos desligar do mundo real e dos problemas que nos assolam. Afinal, convenhamos, quem não gostaria de ter um smarfone no cérebro? É claro, tirando a parte de tomar um tiro para que isso acontecesse.

iBoy está disponível na Netflix e, se puderem, confiram essa nova produção original do serviço. Vale a pena!

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Leandro Faria  
Leandro Faria, do Rio de Janeiro, fruto da década de 80, viciado em cultura pop em geral. Como vício bom a gente alimenta e compartilha, estou aqui para falar de cinema, televisão, música, literatura e de tudo mais que possa (ou não) ser relevante. Por isso, puxe a cadeira, se acomode e toma mais um copo, porque papo bom a gente curte é desse jeito!
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1 comentários:

naosuporto disse...

Eu assisti e achei uma bosta

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